Morte ao tempo
A um relógio que nos guia,
Controlado por um palpitar desconhecido
Sem rumo
Pulsar dormente,
Sedento de controlar estes passos
Gerir a minha realidade.
Perdeste há muito esse poder.
Morre, tu, ser obstinado
Que tanto nos tentas dominar
Iludido, julgas-te vencedor
Xeque-mate à força obtido
Possuí quem te ambicione conquistar
Pela minha vontade, morre
Desaparece num manto de neblina
Da qual não te atrevas a regressar
Leva contigo todas as marcas
Pois és incapaz de as sarar
Vais simplesmente destruindo
O furioso motor de viver
1 comentário:
Gostei Diana, muito :D ! E deste título ... coisa rara.
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